Vanessa Cabral ne se laisse pas faire. Si elle n'exerce plus sa profession de coiffeuse, ce n'est pas parce qu'elle ne l'aimait pas, mais plutôt en raison des conditions de travail difficiles.
Teresa Bras é natural de Portugal e vive na Suíça há 6 anos. O seu sentido de dever quase lhe custou a saúde na sua função como governanta. Agora, com 55 anos, quer encorajar outras mulheres a lutar pelos seus direitos.
Teresa Bras est originaire du Portugal et vit en Suisse depuis 6 ans. Son sens du devoir a failli lui coûter la santé lorsqu'elle était employée de maison. Aujourd'hui, cette femme de 55 ans veut encourager d'autres femmes à défendre leurs droits.
Annonce conjointe des partenaires sociaux Syna, syndicom et viscom. Le contrat collectif de travail pour l'industrie graphique conclu en 2018 pour une durée de trois ans devait être renouvelé en 2021.
Foi a primeira assembleia de delegados virtual (AD) na história do Syna: devido às medidas de contingência do coronavírus a AD de 2020 não se realizou no último ano. Na data de compensação no dia 24 de abril de 2021, Arno Kerst informa sobre a sua renúncia como presidente do Syna, enquanto Mandy Zeckra foi eleita nova vice-presidente. Além disso, os delegados aprovaram a resolução para fortalecer a parceria social.
Un treizième salaire, des temps de pause garantis, un plan de travail hebdomadaire ou un salaire permettant de joindre les deux bouts. Pour de nombreux travailleurs et travailleuses du secteur des services, c'est loin d'être une évidence, mais plutôt une utopie. Des centaines de milliers d'employé-e-s, majoritairement des femmes, dépendent aujourd'hui encore de telles conditions de travail précaires.
Le secteur des services est en pleine croissance alors que ses salaires diminuent et la protection professionnelle et sociale s'érode. Les richesses sont ainsi de plus en plus mal réparties. Une grande partie des branches dans lesquelles règnent des conditions de travail précaires sont les professions sociales et de la santé.
Les hommes nourissent leur famille, ils travaillent donc à temps complet et ont besoin d'un salaire élevé. Les femmes s'occupent du ménage et des enfants et n'ont pas le temps de travailler. Si elles exercent néanmoins un travail rémunéré, ce n'est qu'à temps partiel en raison du ménage et des enfants, et uniquement pour le plaisir ou pour gagner un peu d'«argent de poche». Aucune femme ne doit en fait travailler, puisque l'homme travaille.
La majorité des personnes concernées par la précarité en Suisse sont des femmes. Elles ont plus de 65 ans, n'ont pour la plupart pas de passeport suisse, ont tout au plus terminé la scolarité obligatoire et vivent seules. Elles travaillent dans des conditions précaires pour de bas salaires et ont en général moins de chances sur le marché du travail.
Il est prouvé que les personnes issues de la migration sont discriminées sur le marché du travail en Suisse. Les femmes migrantes sont en outre plus susceptibles de travailler dans des secteurs à bas salaires, où elles sont confrontées à des conditions de travail précaires. Elles sont exposées à de multiples discriminations fondées sur leur sexe, leur origine migratoire et leur profession. La crise du coronavirus les touche particulièrement – mais pourquoi donc?
Décimo terceiro salário mensal, intervalos garantidos, plano de trabalho semanal ou um salário que dê para viver. Para muitos funcionários do setor de prestação de serviços, isto não é uma coisa natural, mas pura utopia. Centenas de milhares de empregados, na sua maioria mulheres, estão hoje presos em tais condições laborais precárias.
O setor de prestação de serviços cresce enquanto os seus salários caem e a proteção social e de trabalho está em erosão. A distribuição da riqueza está, portanto, a gerar uma distância cada vez maior. Grande parte dos setores nos quais estas condições precárias se propagam são as profissões sociais e de saúde.
Os homens são os que sustentam a família e, portanto, trabalham a tempo inteiro e precisam de um salário alto para tal. As mulheres cuidam da casa e dos filhos e não têm tempo para trabalhar. Se, apesar de tudo, elas fizerem trabalho remunerado, podem fazê-lo apenas por tempo parcial devido à família e aos filhos e, na verdade, apenas para se divertir ou para ganhar uma "mesada". Dito isto, nenhuma mulher precisa de trabalhar, porque o homem trabalha.
Na Suíça, a maioria das pessoas afetadas pela pobreza são mulheres. Têm mais de 65 anos, a maioria não tem passaporte suíço, no máximo concluíram a escolaridade obrigatória e vivem sozinhas. Trabalham em condições precárias, com baixos salários e, geralmente, têm piores chances no mercado de trabalho.
Está provado que mulheres e homens imigrantes são discriminados no mercado de trabalho da Suíça. Além disso, as mulheres imigrantes trabalham frequentemente e acima da média no setor de salários baixos, onde são confrontadas com relações laborais precárias. Estão expostas a múltiplas discriminações devido ao seu género, ao seu passado de imigração e à sua profissão. A crise do coronavírus atingiu-as de forma especialmente dura – mas porquê?
